Chega o mês de janeiro e muito se fala sobre saúde mental. Palestras, oficinas, cursos e uma infinidade de recursos são realizados. Porém, devido a importância dessa temática essas iniciativas deveriam ser contínuas, afinal, a saúde mental interfere em qualquer processo em que o ser humano esteja envolvido.

Falar sobre saúde mental é algo bastante subjetivo e delicado. Quando lançamos o olhar sobre esse tema relacionando-o com o trabalho torna-se ainda mais desafiador.

Culturalmente já somos ensinados que o trabalho não é algo tão prazeroso, comediantes brincam que “não existe trabalho ruim, ruim é ter que trabalhar”, assim como a própria etimologia da palavra trabalho (vem tripalium (três paus), que era um instrumento de tortura outrora), nesse sentido, para muitas pessoas, há um descontentamento quando é preciso encarar essa esfera de vida de frente. Por outro lado, muitas empresas acreditam que por remunerar as pessoas podem e devem “sugar” todas as suas energias.

Sabe-se que o capital humano é o recurso mais precioso de uma empresa, porém como respeitar a saúde do trabalhador sem impactar nos resultados da empresa?

A verdade é que não há uma fórmula mágica. Cada perfil de equipe, cada nicho de mercado e cada empresa requer um olhar diferenciado para a questão.

Uma boa dica para preservar a saúde mental de toda a empresa é ouvir verdadeiramente e manter uma comunicação eficiente com aqueles que a compõe. Além disso, reconhecer os esforços, propor momentos de descontração e integração são recursos importantes.

O grande desafio para muitas empresas, e aqui inclui-se a Social Soma, é propor um modelo de trabalho diferente e ao mesmo tempo conseguir assegurar os resultados necessários para manter a empresa crescendo. Infelizmente, muitos profissionais ainda precisam de verticalização nas relações do trabalho, ou seja, de um chefe que sempre o cobre e o diga como e o que fazer. E essa realidade acaba fazendo com que as empresas continuem trabalhando com um modelo mais rígido.

Na Soma conseguimos formar uma equipe bastante engajada, coesa e empreendedora, por isso, nos últimos 6 meses tivemos um crescimento maior do que a média dos outros anos.

Portanto, nada mais justo do que os parabenizar e reforçar nosso compromisso em respeitar todas suas individualidades.

Aline Machado, Alynne Scott, Alyne Oliveira, Renata Andrade, Hugo Gabriel, Amanda Guedes e Yanka Mesquita: Muito obrigada por fazerem parte disso!